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26/04/2015

O sobe e desce do mercado imobiliário

Imóvel é patrimônio e é investimento. Salvo pequenas exceções, a tendência é sempre de valorização. Porém, é comum uma região ou município se destacar num determinado momento, com grande valorização e, no outro, não registrar um desempenho tão positivo.

Segundo Aristóteles Passos Costa Neto, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sinduscon), não existe uma receita pronta que explique o sobe e desce do crescimento imobiliário, mas existem sinais que apontam regiões em potenciais para o desenvolvimento.

“Não se pode fazer uma avaliação correta sobre o setor, trata-se de um mercado, é a lei da oferta e procura. No entanto, existe o que chamamos de potencial de crescimento imobiliário, que nos dá margem para interpretar sobre o futuro daquela região. O que caracteriza esse potencial é o espaço para novos empreendimentos, infra-estrutura e mobilidade urbana”, explica.

Para Aristóteles, o bairro Laranjeiras, de Serra, é o exemplo de uma região que passou pelo “sobe e desce”. Há 10 anos o bairro era composto por famílias de classe média baixa, mas com o tempo, surgiram investimentos e valorização. Com isso, houve uma alteração no perfil da região, que passou a atrair a atenção do mercado e de famílias de classe média alta.

“Cada região tem sua peculiaridade. Em Vitória, por exemplo, Jardim Camburí apresenta um potencial de crescimento imobiliário superior ao da Praia do Canto. Além de espaço para novos empreendimentos o bairro ainda conta com centros comerciais e infra-estrutura”, conta Aristóteles.

De acordo com a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do estado do Espírito Santo (Ademi), em 2009, período pós-crise econômica financeira mundial, o mercado imobiliário capixaba viveu um boom de lançamentos imobiliários. A Serra, por exemplo, liderou o ranking das cidades com o maior número de imóveis em construção na Grande Vitória por um longo período.

Depois este cenário mudou para Vila Velha. Depois este cenário mudou para Vila Velha. O município passou a liderar a lista das cidades com maior volume de imóveis em fase de obras. Enfim, hoje o mercado vive um cenário de pulverização dessas unidades, com destaque para Vitória – com a retomada dos lançamentos de médio e alto padrão, além de Cariacica que se apresenta com uma boa opção de investimentos.





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